sexta-feira, 24 de abril de 2009

dear diary II

Dia complicado. Acordei atrasada e garrei mais ainda por viver onde vivo [ou durmo como diz minha família]. Tem momentos que penso que seria melhor ir morar sozinha. Pelo menos seria mais prático viver na cidade quando se é um pedestre. Mas também não acho que isso justifique eu sair de casa. Preciso vencer as consequências dos meus atos e não criar uma forma de burlá-las...

Mas vamos lá. Saí de casa com um cansaço imenso. Parei no Kalua e pedi um Mocca Misto Grande fantástico. Foi perfeito pr’eu acordar e desceu muito bem com o croissant napolitano, mesmo que eu tenha pedido um de frango!

O trabalho 1 foi meio chato. Ando tendo problemas com minha equipe. As vezes, até pelo fato de ter ficado cada dia menos tempo ao lado deles. Preciso mudar minha estratégia com eles. A questão é que considero duas pessoas como integrantes da equipe e o restante colaboradores já que não tenho condições de cobrar compromisso e qualidade deles como tenho desses dois. Outro detalhe: existem escolhas que tomo por considerar estratégicas que eles discordam, mas também não sabem e nem precisam saber de tudo o que acontece. Acho que deixei a coisa solta demais e estou sofrendo os efeitos colaterais de não saber administrar bem a equipe. Também é muita coisa: preciso definir pauta, acertar motorista, lutar por um cinegrafista, passar horas discutindo o porque de entrevistar duas pessoas e não uma em uma pauta. A continuidade da pauta. A montagem e edição. A finalização do programa. Tudo tem que passar por mim e ainda tem um encosto que faz de tudo pra atrapalhar. Sabe quando diz que matamos um elefante por dia? Lá tem parecido que eu tenho feito isso. E o pior é que não dá para conversar sobre isso.

Se eu pensasse em qualidade de vida com certeza sairia de lá e teria mais tempo livre. Mas amo saber o que pode ser feito. o futuro. Hoje, li que somos matéria do sonho e por isso eu devo estar nessa fase. Tem também o fato de estar em um momento diferente em minha carreira com vídeo. Uso essa fase para fazer o diferente. Não quero o comum. Não tenho condições de fazê-lo. Muito menos estrutura. Mas quero algo bem feito. Preciso disso. Entenda que trabalho é minha vida. Saio de casa às 6:30 e retorno às 21:00 sem ter tempo para almoçar. Isso sem contar que quando estou fora preciso estudar para a pós. Ou seja... cerveja! rs... na verdade, nesse rítmo perdi inclusive o fim de semana. Ok que há 4 anos já trabalhava aos sábados; que por 1,5 anos eu chegava a trabalhar, além do final de semana todo, algumas madrugadas, mas eu tinha uma estrutura mínima. Uma equipe que estava comigo para fazer dar resultado. Alguém que comprava a briga comigo. Hoje, tenho o que luto ou negocio pra ter. É como brincar de cabo de guerra, só que ando puxando a corda sozinha e há um tempão. Me manter posicionada tem cansado. Desgaste físico e psicológico. É ruim sentir que só eu me importo. E isso antes do meio dia.

Peguei o ônibus para o trabalho 2. Hora do almoço, atraso, enjôo de fome e estresse, parada para um telefonema resolver uma odd situation e pegar coisas para comer. Cheguei lá e mesmo morrendo de raiva por algo que rolou no início da noite e que já reclamei duas vezes e não muda, parecia estar no paraíso. O dia acabou morrendo aí. Tinha umas fotos pra tirar, mas acabaram me tirando do trabalho. A princípio fiquei meio chateada porque curto estar por dentro de tudo, mas no fim foi bom. Cheguei em casa mais cedo. Tive uma daquelas reuniões “discutir o relacionamento” entre família e aí pude conversar com minha mãe, com quem não falava há uma semana e com uma amiga que só quando ouvi a voz dela percebi como estava com saudades...

Agora estou vendo House. Queria ter vontade de fazer alguma coisa. Tinha que ir na feira, tinha que ligar, tinha tanto, tenho tanto e na verdade to aqui. Num momento bem mulherzinha... esparramada no sofá sem prestar muita atenção na TV, digitando sem parar e pensando o que penso todos os dias desde que me entendo por gente e que após o término da faculdade ficou muito mais forte: o que vou ser? O que vou fazer? é isso?

quinta-feira, 23 de abril de 2009

primeiras fotos tiradas com a Juliet

A Juliet chegou em minha vida na semana passada. É um novo bebê e como tal bem complicadinho. O nome, não fui eu quem escolhi, mas tem coisa que escolhe a gente e no fim das contas eu amei. Durante a adolescencia devo ter lido Romeu&Julieta milhares de vezes. Amava o livro de contos dramáticos de Shakespeare.

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trabalho de pós vai virar postagem

nos próximos cinco dias eu terei que escrever um diário. Aquela coisa bem adolescente de como foi meu dia. Como o blog anda um pouco esquecido e prometo que é apenas por falta de tempo, porque sobre o que escrever não falta. aí vai. Eu, sem cortes ou edições. Da mesma forma que faço aqui. Sem voltar para ler antes de publicar. Os meus pensamentos, desordenados, como são.

Belo Horizonte, 22 de abril de 2009

Hoje foi o dia oficial de dormir em ônibus. Fui apagada do BH até o viaduto São Francisco. Quase passei do ponto. Só acordei antes porque a virada foi tão brusca que achei, ou melhor, tive certeza, de que iria pro chão. Fui com um taxista honesto – coisa rara – e que estava há mais de 36 horas trabalhando. Fiquei me perguntando como. Ontem cheguei em casa já era meia-noite e estava trabalhando. Contanto entrada e saída, fiquei menos de 7 horas em casa. Cheguei e saí do trabalho atrasada. Resultado: não almocei. A salvação do dia foi a vitamina de abacate que tinha levado de manhã e tomei no meio da tarde. Nas quase duas horas que fiquei dentro do ônibus novamente apaguei. E de novo só não perdi o ponto porque todo motorista de ônibus deve achar que carrega carga morta e não viva pra andarem como andam. No ponto esperei pouco e presenciei algo raro: um cara levantou para que eu sentasse. Foi a salvação. Mal me mantinha em pé com a mochila ‘que não sei por que’ fica cada dia mais pesada; e ainda ganhei uma linda visão. Uma nádega linda. Porque não bastava ser educado, ele também era bonitim. Bem... devo confessar que se o ver de novo só lembrarei se ele estiver de costas e com a camiseta de algum tipo de oficial em treinamento. rs...

O resultado de ter dormido tanto foi chegar ao trabalho – sim, eu tenho dois e a lógica para ambos funcionarem é eu me ferrar – com cara de quem acabou de acordar.

O trabalho é tranquilo. No Atitude, eu tive uma manhã bem produtiva e uma tarde meio cansativa. Um antigo chefe diz que o que nos estressa é o pecado alheio. Concordo 100%. Editei as matérias. Deixei uma pela metade, mas amanhã termino e vou ouvir muito porque sei que montarei o programa de uma forma que irão descordar.

Na revista foi bem light. Sabe aquele dia em que as coisas fluem. Foi assim. Não deu pra fazer muita coisa. Ando um pouco atrasada com o que tenho que fazer. Não que exista metas, mas eu sou o tipo de pessoa que cria metas próprias e como conheço muito bem meus pontos fracos, tenho lutado contra eles dentro da revista. É que estou lá a pouco tempo. É mais fácil mudar em um ambiente desconhecido para você se você se ver assim por um tempo maior. E é o que tenho feito. Além do que... TAMBÉM SOU VISTA ASSIM. rs....

Fim de tarde, já estava a caminho da porta para pegar o ônibus quando apareceu uma carona que me levaria para muito próximo da pós. Ótimo, pensei. Chegaria antes. Mas no meio do caminho houve uma pergunta, uma única palavra para que eu alterasse todos os planos do meu dia e fosse para a casa de uns amigos. Já havia tanto tempo que não ia lá que, mesmo a trabalho [e por isso, mantendo uma postura mais afastada], amei rever todos. E as gêmeas... como estão lindas e falantes. Ainda acho difícil reconhecê-las quando estão paradas. Só quando se soltam mais é que consigo distinguir pelo comportamento. O ser humano é realmente fascinante.

E como a sessão de fotos furou, acabei conseguindo ir ao Pátio e comprar a calça que eu tanto queria. acabei me apaixonando por outra, mas preciso checar as finanças primeiro antes de ir me aventurando nas compras. Delírios de Consumo é ótimo. A sensação: não existe descrição ou comparação. Agora dívida é um problema e faz parte do cotidiano. Por isso, melhor controlar o impulso. E foi isso que fiz. Apenas o que queria comprar. Saí de lá com uma única peça e mais um desejo.

Em casa, como cheguei meia hora antes, resolvi ver como ficaram as primeiras fotos que tirei com Juliet – uma 40D que comprei – e escrever um release sobre o CD que minha prima está gravando. Só que uma coisa levou à outra e quando vi já estava twittando, postando foto no myspace e escrevendo o diário, que resolvi postá-lo no blog que tem andado um pouco deixado de lado desde que viciei no Twitter.

Ah! Sim, eu tinha aula, mas entenda: por mais que eu ame o curso, não consigo acompanhar a matéria de quarta em específico. Recortes, colagens, pintutas. Essas coisas eu não fazia direito nem com 4, 5 anos de idade. Imagine com 27?

segunda-feira, 13 de abril de 2009

peguei emprestado porque diz tudo

 

Rui Castro escreveu na Folha de S. Paulo

Nuvem na parede
RIO DE JANEIRO - Um dia, Danuza Leão me disse que preferia casar com jornalistas porque eles eram safos, saíam tarde do trabalho e, ao chegar em casa, contavam os bastidores das notícias. Isso descreve os três homens com quem ela foi historicamente ligada: Samuel Wainer, Antonio Maria e Renato Machado. Mas, pelo menos até há pouco, a maioria dos jornalistas correspondia a essa descrição.
Estivesse hoje a fim de casar de novo, Danuza não teria tanta escolha, pelo menos aqui no Rio. Desde quarta-feira, por exigência do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, repórteres, redatores, fotógrafos, diagramadores etc. estão obrigados a assinar o ponto ao entrar e ao sair de suas redações.
Com isso, ficamos avisados: se um carioca cometer algo que se possa chamar de notícia, que seja dentro das oito horas do expediente dos profissionais. E, de preferência, não nos 60 minutos reservados ao almoço ou descanso remunerado embutidos nas sagradas oito horas. Fora desse turno, o repórter estará na lei se não tomar conhecimento do assunto, poupando o patrão de pagar-lhe as horas extras previstas pelo sindicato.
Há anos, num congresso da categoria, um repórter de festejada revista semanal disse que o jornalismo era uma profissão "como outra qualquer". Pedi vênia para discordar. Aleguei que, encerrada a jornada, um tocador de oficlide, um amestrador de pulgas ou um taxidermista volta para casa, retoma sua condição humana e se desliga de sua profissão. O jornalista não.
Como sua matéria-prima é a informação, principalmente a que entra, ele não desliga nunca. O bombardeio não para. Até quando dorme e sonha ele recebe informações. Logo, não é uma profissão como outra qualquer. Impor relógio de ponto ao jornalista é como querer espetar uma nuvem na parede.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

dia leve, tempo para besteiras

Tava eu na procura por giletepress quando me deparei com uma página de testes. E eu não resisto. É só ver a palavra que já fecho a página para não correr perigo de atrasar meu trabalho, mas como eu consegui antecipar acabei clicando no link. E aí veio outro e o resultado está aqui.

Qual é a sua idade verdadeira?

BALZAC STYLE

Seja lá qual for a data do seu nascimento, o fato é que você já aprendeu como ser uma balzaquiana bem resolvida. Gosta de filmes europeus, trocou as baladas afterhour por restaurantes descolados, não insiste em caber nas calças da irmã caçula, ou seja, já teve a sua fase de meter o pé na jaca e hoje sabe que misturar vodca com cerveja, energético e gim tônica não é uma boa idéia. Só precisa tomar cuidado para não ficar monótona ou previsível demais, como as trintonas fãs inveteradas de Sex and the City, que não querem nem pensar em arriscar um programinha que não seja cool o suficiente.

Estilo de beleza: você está mais para beauty victim, viciada ou básica?

Quase Viciada.

Exagero não é com você - ok, ok, um pezinho ali de vez em quando não mata ninguém. Também não há chance para desleixo. Parabéns, a média segura garante não só um visual bem feito como revela segurança nas atitudes.

Novas mulheres: em qual categoria você se encaixa?

SAMANTHA JONES

Está aí uma mulher moderna, madura, pra lá de bem-resolvida e dona do seu próprio nariz. Sempre com tudo em cima e antenada com o que há de bom e de melhor no mundo, é do tipo que chama a atenção pela postura prafrentex.

 

comentários meus: amei ser classificada como a Samantha, mas ainda falta muito, mas muito mesmo para chegar nesse ponto. E desleixo? bem... amo andar no melhor estilo blusa e bermuda resgada. Claro que as comprei assim, mas saber que brinco com o imaginário alheio só alterando o meu estilo de vestir me deixa estasiada.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

coisas da vida

esta semana eu estou atrás de envolvidos em escândalos políticos. Nisso, ando conversando com algumas pessoas e vi algumas coisas: o motorista que levou ao impeachment do Collor continua trabalhando em BSB. E quem voltou à um dos principais cargos do governo??? nada mais de quem ele ajudou a tirar. O interessante é que o delator foi quem, logo após o escândalo, não conseguia emprego para sustentar a família; que precisou de ajuda para conseguir o emprego onde está [na verdade, por onde ficou até 2003]. Os filhos do motorista é que precisaram parar de estudar 'por causa da segurança' dos outros alunos.

Já Collor... esse está em BSB sendo paparicado do mesmo jeito. No poder como sempre esteve.

Da mesma forma estão os anões do Orçamento. A maioria no governo. O delator, o economista José Carlos dos Santos teve até a pensão cassada. Foi o único que ficou preso - acho que foi por estar envolvido na morte da esposa, mas não sei ao certo - e até hoje tem medo e diz estar vivo, pois mantém na posse de amigos dossiês que serão divulgados caso venha a morrer. [informação de sites de notícias]

A Fernanda Karina vive sob proteção policial. O Francenildo - caseirogate, se viu sem emprego e sem moral. Teve a vida remexida e ainda luta na justiça para receber a indenização contra a CEF e Palocci. Ele até hoje não conseguiu um emprego fixo. E, com o apoio do advogado, voltou a estudar há cerca de 2 anos. Os 'amigos' da época do escândalo desapareceram. Junto com as promessas de ajuda.

Pergunto: até onde vale a pena delatar esquemas de corrupção no país???

terça-feira, 24 de março de 2009

'cause I keep waiting (...)

Na voz de John Legend esperar pode até parecer legal. Isso é porque você está ouvindo o Legend. não se engane.

Hoje passei pela deliciosa experiencia de 5 horas de espera. Foram duas revistas e alguns textos devorados. Não na passada de olhos, mas com direito a pontuações nas beradas de página.

também organizei o celular, resolvi algumas pendências que protelava, pensei e observei a vida alheia.

Tudo isso porque resolvi cumprir o combinado e fazer no horário certo o que com certeza poderia ter protelado, afinal, depois de 5 horas saí de lá com a semana ainda mais complicada, um dia a menos na agenda e a certeza de que não adentrarei um hemocentro pelos próximos 12 meses. Se os receptores de bolsas plaquetas e hemoglobinas tiverem sorte!!!

O que fiz hoje:

cheguei para um rápido compromisso. Coisa que demoraria no máximo, caso o outro lado atrasasse por falta de pessoal, cerca de 60 minutos. Foram 120 até conseguir ablar con la persona. E de lá resolvemos [eu consenti, afinal já havia passado mais de 150'!] que deveríamos resolver todas as pendências de uma vêz.

Foi o dia de apresenta, diz nome senta na cadeirinha e espera. Após experiencias nem tão agradáveis lá ia eu para a próxima etapa do chega/apresenta-se/espera/resolvi/espera e vai até a próxima. Como consegui, mesmo fazendo tudo, terminar antes do que supunham que terminaria. Fui forçada a parar. E esperei inclusive para meu lanche ficar pronto. Enquanto isso lá ia mais um pedaço da apostila do dia seguinte e conversas mentais para reduzir o stress das coisas que precisava fazer, mas estava muito longe para fazê-las.

No fim, após uma espera que pareceu uma eternidade. E deve ter sido por isso que foi a última, a resposta: por hoje é só. Continuamos amanhã.

Como assim!!!! Mais um dia perdido? Na verdade dois. Sexta também estou de volta ao universo da espera.

lá vou eu... vivendo enquanto espero.

 

PS: tanta espera me fez deixar os outros esperando; o que me levou a escrever este texto enquanto esperava pelo que me aguardou e assim segue o ciclo. Tem gente me esperando em outro local. maldição...

Sad_Man

domingo, 15 de março de 2009

trident, bolete, ping-pong

ouvi essa teoria hoje/ontem na rádio. Não sei até o momento o que é pior: a letra, a voz ou a melodia, mas uma coisa percebi enquanto ouvia aquela mistura de sons: um trident sempre vai bem. E que me perdoe os que não concordam, mas esse espaço é meu…

Uma pesquisa dilvulgada em fevereiro 09 por uma empresa inglesa mostrou que a longo prazo sai mais em conta investir em um antigo relacionamento do que em um novo. Como sou a favor da reciclagem e da pesquisa, cheguei a conclusão que ter chicletes é a melhor forma de pesquisar até encontrar a marca que melhor valha a pena ser reciclada. E no mais: ninguém nunca disse que precisamos reciclar o nosso lixo. Normalmente fazemos isso com o que era de alguém mesmo!

quinta-feira, 12 de março de 2009

EU - VERSÃO AUTOSSUSTENTÁVEL

1. Respirar mais profundamente – devo vencer o concurso de respiração mais curta

2. Dar folga para o estômago – cadê minha fluoxetina???

3. Fazer periodicamente uma auto-avaliação – ok E depois?

4. Mastigar bem os alimentos – prometo que vou aderir aos líquidos e pastosos

5. Evitar remédios – e o q faço com o 2?

6. Comer menos carnes – já apoiado 

7. Evitar automóvel – não vai dar

8. Andar de bicicleta – alguém me dá uma bicicleta????

9. Fazer caminhadas – espero viajar para Compostela

10. Ao dirigir, evite altas velocidades - andando mais devagar, você economiza dinheiro e polui menos. – ando pouco de carro

11. Trocar o café pelos chás naturais – desde o berço

12. Adotar uma árvore (ou mais de uma) – adotei uns animais

13. Deixar o cigarro completamente – always

14. Preferir alimentos com fibra – always

15. Beber menos leite, comer menos ovos – always

16. Economize e recicle papéis - always

17. Verduras sem veneno - $$$$$

18. Procurar os recicláveis - :)

19. Praticar meditação – “por uma vida mais saudávelllll ummmm”

20. Olhar o rótulo dos alimentos comprados – always

21. Usar garrafas de vidro - ops

22. Evite todos os enlatados – E o leite condensado???

23. Evitar o isopor - adorei

24. Evite margarina - always

25. Evitar o forno de microondas - never

26. Economizar água – ok, mas de beber never…

27. Evite os refrigerantes – to tentando. anda difícil…

28. Evitar bebidas alcoólicas – eu faço de tudo… mas no meio do caminho tem um bar. Tem vários bares pelo caminho…

29. Desligar a televisão – antes de dormir então…

30. Não usar panelas de alumínio – vamu acabar com o alumínio!!!

31. Preferir sabonetes naturais – e esponjas também

32. Recusar produtos descartáveis – ouviram estilistas… roupa deve ser durável

33. Colocar as mãos na terra – não entendi essa… Tão me chamano de atoa???

34. Abandonar os alimentos refinados – adeus um monte de coisa q num como :) bom retorno bom e velho bife com batata-frita e 1 folha de alface :)

35. Não exagerar com o computador - tanto não exagero que ele fica desligado enquanto durmo…

36. Compre o necessário – o necessário pra quem???

37. Evitar o uso de plásticos - dispense embalagens desnecessárias. sacolas de supermercado também!!!

38. Participar de um Movimento Ecológico – só 1

39. Fazer passeios pela natureza - Ninguém pode amar ou defender o que não conhece. alguém pode me doar milhagem???

40. Conscientizar filhos, sobrinhos ou irmãos menores. e também os filhos dos amigos, do vizinho, do desconhecido e até os pais

muito muito muito loko

muito loko

quinta-feira, 5 de março de 2009

o barco não vai afundar

ultimamente essa frase tem ficado muito em minha mente e pra isso não acontecer, começei a deixar o blog afundar.

A correria anda a mil. parar para almoçar é algo que faço nos fins de semana e tem um sabor todo diferente agora que não é algo normal. Um salgado entre um trabalho e outro tem sido meu máximo.

Os trabalhos andam ótimos. Tenho praticamente 3 e a minha família é o segundo mais trabalhoso e também prazeroso de estar. rs…

N aonda de não deixaro barco afundar, também resolvi que eu preciso estar inteira. Então o stress anda geral pr’eu aprender a gastar meu tempo comigo. A não stressar com o problema dos outros que só os meus já causam gastrite suficiente para meu bolso.

 

to com sono. vou dormir e continuo a saga depois…

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

não pulei carnaval, mas ele deu uma pulada fenomenal em minha vida

volto a escrever em poucos dias… só preciso colocar as coisas em dia – só um pouquinho [rs] – pra contar tudo o que anda rolando.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

taxista oportunista

agora estou muito cansada, mas postarei os dados de um taxista muito oportunista que cobrou retorno de nova lima para NL. amanhã….

Benjamin Button

filme incrivelmente fantástico com o maior número das mais célebres frases de auto-ajuda que já vi em um filme. E ainda continuo acreditando que a vida deveria ser daquele jeito. Para quando a juventude chegar vir com ela também a sabedoria que só existe na base da pancadaria

sábado, 14 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

o corpo não fala, mas demonstra que é mara

Se homem é um produto do seu meio, isso significa que ele é moldável e se ajusta a qualquer condição. É só ter perseverança. Certo? Eu acredito que sim.

O problema é a adaptação… eita período difícil. Hoje, em pleno horário de almoço, voltei em 2005. Sensação de dor no peito, um perto; falta de ar, tremedeira… lá volto eu aos sintomas de crise do pânico provocado por stress.

O sono, após tomar o ansiolítico é enorme. gigantesco. aff…

DÁ PRA ADAPTAR LOGO PORQUE NÃO QUERIA TE DIZER, MAS EM DUAS SEMANAS A COISA SÓ VAI PIORAR…

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

julgar

odeios pessoas que fazem isso. Ainda mais quando o teto da casa delas também é de vidro…

sábado, 7 de fevereiro de 2009

life suck’s

Beninni disse que a vida é bela. Mas por mais que gostaria que isso fosse verdade sou mais Nietzchiana/Freudiana. E porque nos enganamos tanto???

Ontem estive em um funeral. Cheguei à uma conclusão: eu não quero um funeral. É um momento de espera e dor que cada um deveria passar da sua forma e não do modo como a sociedade nos dita.

Eu vivo minha dor na solidão. Meus momentos com essência muito humana prefiro a distância. Prefiro resolê-los sozinha, em meu canto. Já tem os que preferem companhia. Então por que aceitar as convenções sociais???

Ando de saco cheio delas e de suas imposições. Quero viajar no carnaval. Quero ser eu o tempo todo sem me preocupar com quem está ao meu lado. VIver pela minha ética, meus princípios é errado só porque eu não quero seguir a corrente?

Meu eu é tão difícil para os outros????

E depois perguntam porque amo tanto o Carnaval. Nesses dias de baderna, esbórnia, loucuras, e tudo o que você pode achar errado, eu vejo as pessoas como elas realmente são. Sem medo de julgamento. É a festa da liberdade. E o estranho é que nos lugares já lembrados anualmente para essas celebrações a violência não aumenta. Diamantina, por exemplo, de quinta à terça [meia-noite] a cidade vê o número de moradores praticamente dobrarem e o nível de violência segundo a cidade se mantém.

Este é mais um ano de mudança em minh vida, de cumprir metas que estipulei há um tempo na tentativa de construir um plano a longo prazo. Mas sei lá. Acho que tá na hora é de chutar o balde.

cansei…