quinta-feira, 30 de abril de 2009

do contra por natureza

"Vim parar nessa cidade por força da circunstância"

DSC00718 Aos 12 anos quando minha deu o primeiro beijo ela pensou que havia engravidado. Uma tia malvada disse que era assim que os bebês nasciam. Ela passou um mês aterrorizada até que a parenta [digo que parente devemos escolher e muita gente continua discordando...] desmentiu. Aos 20, quando intimou que ou meu pai ia ou terminava, não pensava nunca em engravidar durante o carnaval. Segundo pesquisa minha, algo que ocorreu entre os dias 3 e 5 de março de 1981. Se ela alguma vez escondeu isso de mim??? nunca. Se o fato de ter sido um acidente me traumatizou??? claro. Inclusive amo coca por conta disso... Sempre soube da minha história. Até mais do que gostaria... Honestidade e transparência sempre foram importantes na minha casa, como também o respeito ao outro e o fato de tratar todos iguais, afinal no fim das contas a bosta de todos não cheiram mal? Ricos ou pobres? Com almoço no Fasano ou no popular em que por 2,50 você almoça com refrigerante incluso?

090325_f_013 Então por que tanto julgo? Você deve tá achando que sou louca, não tenho laudo clínico que aprove, mas nessa vida tudo é possível... Inclusive o fato de eu querer sempre ver as coisas com um olhar diferente. Ver a cidade como ela é e não como foi idealizada pela sociedade moderna e maniqueísta.

Eu, nesse caso, autor escrevo para ninguém  e não para quem o lerá. Entenda que não nego o leitor, e como Clarisse ou Machado, penso tanto nele que preciso escrever de modo a não expor muito minha vida pessoal. Escrevo pr'eu e pra quem eu quero entender.

Esta semana aconteceu algo engraçado... sou twitteira confessa. escrevo pra não ser lida, mas acompanho muita gente. De repente vejo um comentário e lá vou eu fuxicar a vida alheia. Quase tive um treco. Acho q a dosagem da fluoxetina  anda baixa e tô precisando aumentar a dosagem... TEM GENTE QUE É MAIS ATOA DO QUE EU!

  Uma coisa é você entrar em meu diário e ler sobre o que escrevi. Outra é você achar absurdo isso e sair me agredindo. Pena que isso não aconteceu comigo. Acabaria virando um livro de baixaria. Sem pensar duas vezes par colocar o nome do ditocujo na boca do sapo [o site gente]. Essa história aconteceu com outra pessoa [definitivamente nada sanguínea] que teve muita classe ao responder o post. Tanto, que lembrei o que Marguerite Duras disse: "escrever é também não falar. E calar-se é gritar sem fazer ruído". E aí me veio como resposta aos fiadasputa, Fernando Pessoa: "Somos quem somos e a vida é pronta e triste".

estantedehomensSó uma coisa me incomoda: a falta de pontuação. Elas nasceram para serem usadas, exceto Machado, Eça de Queirós, Garcia Marquez e Saramago que devem ter ganhado concessão divina por suas obras. rs... Alguns se foram e como não acredito em espiritismo e por isso, não creio que você seja a reencarnação de alguns desses, você é obrigado a usar pontuação. Ou apresentar o formulário de isenção aprovado.foto15

segunda-feira, 27 de abril de 2009

acabou esse negócio de diário

24 de abril de 2009

Hoje o dia começou meio tranquilo. Acordei tomei café, peguei minha alimentação para o dia, mas por conta de um tempo extra de bate-papo perdi a van, mas ganhei carona até o ônibus. Tudo normal até parte do caminho quando meu estômago começou a doer. Como tinha que ir à produtora, fui, arrumei uma carona para o hospital, fui na produtora para fechar o programa, resolvi algumas coisas com a I e o S e o D me levou pro local que tem uma das melhores camas da cidade. O MaterDei. rs... Mais uma crise de gastrite. Eu não sei se você já passou por uma, mas é algo mais ou menos assim: inicialmente a região começa a doer e de tempos em tempos uma dor fina, aparece, vai se fortalecendo e de repente é como se explodisse e atingisse todo o corpo. Pela primeira vez no ano o hospital estava vazio – acho que a gripe diminuiu o impacto na população. Eu saí de lá em menos de 4 horas. rs...

De lá, peguei um taxista meio estranho e preferi que ele me deixasse na Boníssima. Peguei uns pães, sucos e outro taxi para a Viver. Motô legal. Cheguei lá enjoada pela salada de fruta que comi no carro e sujou minha blusa toda. Ah! antes disso, quando o clínico disse que aplicaria algumas coisas pra dor parar, fui pra enfermaria. O enfermeiro colocou o acesso e aplicou tudo. Nem sinto mais o enjoo e a sensação de vômito que rolou nas primeiras vezes. Só que ele manteve o acesso após aplicar os remédios. Duas horas e meia depois, quando fui liberada, o cara resolveu tirar o acesso. doeu. Mais do que dor, enquanto eu me preparava para sair olhei pro meu braço e ele estava todo ensanguentado. Aí é que o cara resolveu falar que eu não podia dobrar o braço. Na revista, tudo foi meio engraçado a princípio. Você já tentou trabalhar sem dobrar o braço direito usando o telefone, computador e bloco de notas???

Passei o dia meio zonza e com fome. O lado positivo é que acabei alimentando o pessoal. Saí de lá e fui pro BH pra pegar um taxi e seguir pro estúdio. Tinha fotos pra bater na gravação da Lu e do Ian. Mas aí vi um spa para pés e resolvi fazer uma quick e uma reflexologia. No fim das contas saí mais dolorida, com menos dinheiro e tempo. As vezes é importante dizer não.

As fotos ficaram boas. Média de 1/5. Acho que tá ok pra quem nem leu o manual. Após a sessão, passei na locadora, pra locar mais uns filmes. Vi um sobres as coelhinhas [engraçado, com ótima trilha sonora] e logo depois apaguei no sofá. Passei a noite num acorda e apaga que durou a noite toda. Quando resolvi levantar meu pescoço estava arrebentado.

25 de abril de 2009 - sábado

Tinha que trabalhar, mas ter o estômago arrebentando de dor no dia anterior não deixa as coisas nada fácil. Acordei tomei os remédios pra dor e fiquei de boa, bem longe da cozinha pra não pensar em comer. Entenda: amo comer. It was really hard. Na hora do almoço, uma pasta básica e fui pra feira. Achei que seria algo beber, cair e levantar. Mas nem beber foi uma tarefa fácil. Nunca vi uma feira que tem tecno e bar em um nome e não tem nenhum dos dois lá dentro. Também, acho que não tinha nada. Lá encontrei com a C, vi o P [acho que a C é a única esposa que conseguiu fazer o marido emagrecer no primeiro ano de casada e não o contrário. rs...] A feira era tão pequena que mesmo entrando em alguns estandes nós devemos ter demorado uns 15 minutos para visitar tudo. rs...

Mesmo sendo um local pequeno, sem muita coisa, acabei fazendo alguns bons contatos e revendo ótimos amigos. Saí do local uma hora depois do programado, cheguei no estúdio e melhorei minha média deve ter ido pra 1/4,6. rs...

Ah! Com o passar do dia voltei a comer as porcarias de todo dia. Tem coisa que não dá pra mudar. Saí do estúdio e fui pro cinema. Passei no outback e pedi dois milkshakes de chocolate que são divinos. Ainda não provei nada parecido em nenhum outro local. A sugestão foi de um garçon meses atrás e desde então fiquei um pouco viciada. [depois não entendo o porque de estar engordando...] Vi Cara, eu te amo. Meio chato, mas uma frase me fez lembrar de um amigo que não vejo há tempos. Ao saí encontrei a turma, que via Delírios, na sala ao lado saindo antes da sessão acabar. Dei uma carona e voltei pra casa morrendo de sono. Antes de ir dormir tomei um pouquinho de um mendoza muito legal com um leve sabor de maracujá e fui dormir. O interessante é que ele me fez acordar e ao invés da cama, lá fui eu pro sofá de novo. Acordei com o dia amanhecendo e o pescoço arrebentado. Tem coisa que a gente nunca aprende. Acho que esse é meu erro irremediável.

26 de abril de 2009

Quando não levanto assim que acordo eu fico num acorda e dorme que mistura realidade e sonho. Quando levanto estou toda confusa. Hoje foi assim. E ao acordar, já veio a encheção... Aqui em casa as pessoas não conseguem te ver sem fazer nada. Elas precisam te colocar pra fazer alguma coisa assim que te veem. Não aguentam ver uma pessoa na boa vida de atoa que considero merecer sempre uma vez que quase não consigo um dia de folga e tenho passado muito mal com o estômago. Também... podia mudar um pouco a alimentação, mas como fazer isso se na semana em que passo mal minha casa lota de energético, refrigerante e besteiras por causa da gravação do CD? Que por sinal, vendo as fotos, foi impressionante a minha melhora entre quarta e hoje. Não ficaram profissionais. Também não acho que esse seja meu estilo. Eu curto o imediatismo, mas sei que preciso melhorar a composição. Um filtro e uma lente teriam feito toda a diferença. Após o almoço, fui estudar um pouco e acabei apagando no sofá. Era pra ser um cochilo rápido. Os últimos 15 minutos de um filme que precisava devolver na locadora. Mas acabei apagando por duas horas. Acordei atrasada e zonza. Uma dica: não me passe várias informações assim que eu acordar. Cerebro e ouvidos precisam de tempo extra para começarem a funcionar bem. Acho bem compreensivo. rs...

Uma coisa que me incomoda sempre é que toda vez que me dou à família, vejo zilhões de olhares e comentários críticos e nenhum obrigada. Nunca percebem se me sobrecarrego para ajudar em algo e sempre parecem olhar estranho se resolvo sair com amigos. Como se não houvesse escolhido o melhor momento. Isso me incomoda muito. Menos a cada dia, mas continua a encher desde os meus 15 anos.

Ainda bem que aprendi a desligar a cabeça deles quando saio. Só assim pra sumir da capa de julgamento que uma família cristã tradicional coloca em todos que estão à sua volta. Encontrar pessoal legais é sempre ótimo. K, R e L estavam ótimos ontem. Eu não os via há séculos. E foi tão gostoso. Também, ali parecia uma convenção de pessoas com TOC. rs...

O que me ferrou nesse feriado foi não ter trabalhado na produtora. Nem sei o que farei esta semana para conseguir colocar tudo no lugar e o programa entrar beleza. Sifu total. Pelo menos o diário eu consegui fazer. Alguns dias meio sem noção, mas tentei passar o máximo da minha rotina, do que penso, não colocando nomes porque considero desnecessário expor os outros e o nome de alguém não muda o efeito daquela pessoa em minha vida. Espero que tenham se divertido com o diário. Eu, pelo menos, gostei da experiência, mas não continuarei. Prefiro fazer as coisas do meu tipo. Mais sanguíneo.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

dear diary II

Dia complicado. Acordei atrasada e garrei mais ainda por viver onde vivo [ou durmo como diz minha família]. Tem momentos que penso que seria melhor ir morar sozinha. Pelo menos seria mais prático viver na cidade quando se é um pedestre. Mas também não acho que isso justifique eu sair de casa. Preciso vencer as consequências dos meus atos e não criar uma forma de burlá-las...

Mas vamos lá. Saí de casa com um cansaço imenso. Parei no Kalua e pedi um Mocca Misto Grande fantástico. Foi perfeito pr’eu acordar e desceu muito bem com o croissant napolitano, mesmo que eu tenha pedido um de frango!

O trabalho 1 foi meio chato. Ando tendo problemas com minha equipe. As vezes, até pelo fato de ter ficado cada dia menos tempo ao lado deles. Preciso mudar minha estratégia com eles. A questão é que considero duas pessoas como integrantes da equipe e o restante colaboradores já que não tenho condições de cobrar compromisso e qualidade deles como tenho desses dois. Outro detalhe: existem escolhas que tomo por considerar estratégicas que eles discordam, mas também não sabem e nem precisam saber de tudo o que acontece. Acho que deixei a coisa solta demais e estou sofrendo os efeitos colaterais de não saber administrar bem a equipe. Também é muita coisa: preciso definir pauta, acertar motorista, lutar por um cinegrafista, passar horas discutindo o porque de entrevistar duas pessoas e não uma em uma pauta. A continuidade da pauta. A montagem e edição. A finalização do programa. Tudo tem que passar por mim e ainda tem um encosto que faz de tudo pra atrapalhar. Sabe quando diz que matamos um elefante por dia? Lá tem parecido que eu tenho feito isso. E o pior é que não dá para conversar sobre isso.

Se eu pensasse em qualidade de vida com certeza sairia de lá e teria mais tempo livre. Mas amo saber o que pode ser feito. o futuro. Hoje, li que somos matéria do sonho e por isso eu devo estar nessa fase. Tem também o fato de estar em um momento diferente em minha carreira com vídeo. Uso essa fase para fazer o diferente. Não quero o comum. Não tenho condições de fazê-lo. Muito menos estrutura. Mas quero algo bem feito. Preciso disso. Entenda que trabalho é minha vida. Saio de casa às 6:30 e retorno às 21:00 sem ter tempo para almoçar. Isso sem contar que quando estou fora preciso estudar para a pós. Ou seja... cerveja! rs... na verdade, nesse rítmo perdi inclusive o fim de semana. Ok que há 4 anos já trabalhava aos sábados; que por 1,5 anos eu chegava a trabalhar, além do final de semana todo, algumas madrugadas, mas eu tinha uma estrutura mínima. Uma equipe que estava comigo para fazer dar resultado. Alguém que comprava a briga comigo. Hoje, tenho o que luto ou negocio pra ter. É como brincar de cabo de guerra, só que ando puxando a corda sozinha e há um tempão. Me manter posicionada tem cansado. Desgaste físico e psicológico. É ruim sentir que só eu me importo. E isso antes do meio dia.

Peguei o ônibus para o trabalho 2. Hora do almoço, atraso, enjôo de fome e estresse, parada para um telefonema resolver uma odd situation e pegar coisas para comer. Cheguei lá e mesmo morrendo de raiva por algo que rolou no início da noite e que já reclamei duas vezes e não muda, parecia estar no paraíso. O dia acabou morrendo aí. Tinha umas fotos pra tirar, mas acabaram me tirando do trabalho. A princípio fiquei meio chateada porque curto estar por dentro de tudo, mas no fim foi bom. Cheguei em casa mais cedo. Tive uma daquelas reuniões “discutir o relacionamento” entre família e aí pude conversar com minha mãe, com quem não falava há uma semana e com uma amiga que só quando ouvi a voz dela percebi como estava com saudades...

Agora estou vendo House. Queria ter vontade de fazer alguma coisa. Tinha que ir na feira, tinha que ligar, tinha tanto, tenho tanto e na verdade to aqui. Num momento bem mulherzinha... esparramada no sofá sem prestar muita atenção na TV, digitando sem parar e pensando o que penso todos os dias desde que me entendo por gente e que após o término da faculdade ficou muito mais forte: o que vou ser? O que vou fazer? é isso?

quinta-feira, 23 de abril de 2009

primeiras fotos tiradas com a Juliet

A Juliet chegou em minha vida na semana passada. É um novo bebê e como tal bem complicadinho. O nome, não fui eu quem escolhi, mas tem coisa que escolhe a gente e no fim das contas eu amei. Durante a adolescencia devo ter lido Romeu&Julieta milhares de vezes. Amava o livro de contos dramáticos de Shakespeare.

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trabalho de pós vai virar postagem

nos próximos cinco dias eu terei que escrever um diário. Aquela coisa bem adolescente de como foi meu dia. Como o blog anda um pouco esquecido e prometo que é apenas por falta de tempo, porque sobre o que escrever não falta. aí vai. Eu, sem cortes ou edições. Da mesma forma que faço aqui. Sem voltar para ler antes de publicar. Os meus pensamentos, desordenados, como são.

Belo Horizonte, 22 de abril de 2009

Hoje foi o dia oficial de dormir em ônibus. Fui apagada do BH até o viaduto São Francisco. Quase passei do ponto. Só acordei antes porque a virada foi tão brusca que achei, ou melhor, tive certeza, de que iria pro chão. Fui com um taxista honesto – coisa rara – e que estava há mais de 36 horas trabalhando. Fiquei me perguntando como. Ontem cheguei em casa já era meia-noite e estava trabalhando. Contanto entrada e saída, fiquei menos de 7 horas em casa. Cheguei e saí do trabalho atrasada. Resultado: não almocei. A salvação do dia foi a vitamina de abacate que tinha levado de manhã e tomei no meio da tarde. Nas quase duas horas que fiquei dentro do ônibus novamente apaguei. E de novo só não perdi o ponto porque todo motorista de ônibus deve achar que carrega carga morta e não viva pra andarem como andam. No ponto esperei pouco e presenciei algo raro: um cara levantou para que eu sentasse. Foi a salvação. Mal me mantinha em pé com a mochila ‘que não sei por que’ fica cada dia mais pesada; e ainda ganhei uma linda visão. Uma nádega linda. Porque não bastava ser educado, ele também era bonitim. Bem... devo confessar que se o ver de novo só lembrarei se ele estiver de costas e com a camiseta de algum tipo de oficial em treinamento. rs...

O resultado de ter dormido tanto foi chegar ao trabalho – sim, eu tenho dois e a lógica para ambos funcionarem é eu me ferrar – com cara de quem acabou de acordar.

O trabalho é tranquilo. No Atitude, eu tive uma manhã bem produtiva e uma tarde meio cansativa. Um antigo chefe diz que o que nos estressa é o pecado alheio. Concordo 100%. Editei as matérias. Deixei uma pela metade, mas amanhã termino e vou ouvir muito porque sei que montarei o programa de uma forma que irão descordar.

Na revista foi bem light. Sabe aquele dia em que as coisas fluem. Foi assim. Não deu pra fazer muita coisa. Ando um pouco atrasada com o que tenho que fazer. Não que exista metas, mas eu sou o tipo de pessoa que cria metas próprias e como conheço muito bem meus pontos fracos, tenho lutado contra eles dentro da revista. É que estou lá a pouco tempo. É mais fácil mudar em um ambiente desconhecido para você se você se ver assim por um tempo maior. E é o que tenho feito. Além do que... TAMBÉM SOU VISTA ASSIM. rs....

Fim de tarde, já estava a caminho da porta para pegar o ônibus quando apareceu uma carona que me levaria para muito próximo da pós. Ótimo, pensei. Chegaria antes. Mas no meio do caminho houve uma pergunta, uma única palavra para que eu alterasse todos os planos do meu dia e fosse para a casa de uns amigos. Já havia tanto tempo que não ia lá que, mesmo a trabalho [e por isso, mantendo uma postura mais afastada], amei rever todos. E as gêmeas... como estão lindas e falantes. Ainda acho difícil reconhecê-las quando estão paradas. Só quando se soltam mais é que consigo distinguir pelo comportamento. O ser humano é realmente fascinante.

E como a sessão de fotos furou, acabei conseguindo ir ao Pátio e comprar a calça que eu tanto queria. acabei me apaixonando por outra, mas preciso checar as finanças primeiro antes de ir me aventurando nas compras. Delírios de Consumo é ótimo. A sensação: não existe descrição ou comparação. Agora dívida é um problema e faz parte do cotidiano. Por isso, melhor controlar o impulso. E foi isso que fiz. Apenas o que queria comprar. Saí de lá com uma única peça e mais um desejo.

Em casa, como cheguei meia hora antes, resolvi ver como ficaram as primeiras fotos que tirei com Juliet – uma 40D que comprei – e escrever um release sobre o CD que minha prima está gravando. Só que uma coisa levou à outra e quando vi já estava twittando, postando foto no myspace e escrevendo o diário, que resolvi postá-lo no blog que tem andado um pouco deixado de lado desde que viciei no Twitter.

Ah! Sim, eu tinha aula, mas entenda: por mais que eu ame o curso, não consigo acompanhar a matéria de quarta em específico. Recortes, colagens, pintutas. Essas coisas eu não fazia direito nem com 4, 5 anos de idade. Imagine com 27?

segunda-feira, 13 de abril de 2009

peguei emprestado porque diz tudo

 

Rui Castro escreveu na Folha de S. Paulo

Nuvem na parede
RIO DE JANEIRO - Um dia, Danuza Leão me disse que preferia casar com jornalistas porque eles eram safos, saíam tarde do trabalho e, ao chegar em casa, contavam os bastidores das notícias. Isso descreve os três homens com quem ela foi historicamente ligada: Samuel Wainer, Antonio Maria e Renato Machado. Mas, pelo menos até há pouco, a maioria dos jornalistas correspondia a essa descrição.
Estivesse hoje a fim de casar de novo, Danuza não teria tanta escolha, pelo menos aqui no Rio. Desde quarta-feira, por exigência do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, repórteres, redatores, fotógrafos, diagramadores etc. estão obrigados a assinar o ponto ao entrar e ao sair de suas redações.
Com isso, ficamos avisados: se um carioca cometer algo que se possa chamar de notícia, que seja dentro das oito horas do expediente dos profissionais. E, de preferência, não nos 60 minutos reservados ao almoço ou descanso remunerado embutidos nas sagradas oito horas. Fora desse turno, o repórter estará na lei se não tomar conhecimento do assunto, poupando o patrão de pagar-lhe as horas extras previstas pelo sindicato.
Há anos, num congresso da categoria, um repórter de festejada revista semanal disse que o jornalismo era uma profissão "como outra qualquer". Pedi vênia para discordar. Aleguei que, encerrada a jornada, um tocador de oficlide, um amestrador de pulgas ou um taxidermista volta para casa, retoma sua condição humana e se desliga de sua profissão. O jornalista não.
Como sua matéria-prima é a informação, principalmente a que entra, ele não desliga nunca. O bombardeio não para. Até quando dorme e sonha ele recebe informações. Logo, não é uma profissão como outra qualquer. Impor relógio de ponto ao jornalista é como querer espetar uma nuvem na parede.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

dia leve, tempo para besteiras

Tava eu na procura por giletepress quando me deparei com uma página de testes. E eu não resisto. É só ver a palavra que já fecho a página para não correr perigo de atrasar meu trabalho, mas como eu consegui antecipar acabei clicando no link. E aí veio outro e o resultado está aqui.

Qual é a sua idade verdadeira?

BALZAC STYLE

Seja lá qual for a data do seu nascimento, o fato é que você já aprendeu como ser uma balzaquiana bem resolvida. Gosta de filmes europeus, trocou as baladas afterhour por restaurantes descolados, não insiste em caber nas calças da irmã caçula, ou seja, já teve a sua fase de meter o pé na jaca e hoje sabe que misturar vodca com cerveja, energético e gim tônica não é uma boa idéia. Só precisa tomar cuidado para não ficar monótona ou previsível demais, como as trintonas fãs inveteradas de Sex and the City, que não querem nem pensar em arriscar um programinha que não seja cool o suficiente.

Estilo de beleza: você está mais para beauty victim, viciada ou básica?

Quase Viciada.

Exagero não é com você - ok, ok, um pezinho ali de vez em quando não mata ninguém. Também não há chance para desleixo. Parabéns, a média segura garante não só um visual bem feito como revela segurança nas atitudes.

Novas mulheres: em qual categoria você se encaixa?

SAMANTHA JONES

Está aí uma mulher moderna, madura, pra lá de bem-resolvida e dona do seu próprio nariz. Sempre com tudo em cima e antenada com o que há de bom e de melhor no mundo, é do tipo que chama a atenção pela postura prafrentex.

 

comentários meus: amei ser classificada como a Samantha, mas ainda falta muito, mas muito mesmo para chegar nesse ponto. E desleixo? bem... amo andar no melhor estilo blusa e bermuda resgada. Claro que as comprei assim, mas saber que brinco com o imaginário alheio só alterando o meu estilo de vestir me deixa estasiada.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

coisas da vida

esta semana eu estou atrás de envolvidos em escândalos políticos. Nisso, ando conversando com algumas pessoas e vi algumas coisas: o motorista que levou ao impeachment do Collor continua trabalhando em BSB. E quem voltou à um dos principais cargos do governo??? nada mais de quem ele ajudou a tirar. O interessante é que o delator foi quem, logo após o escândalo, não conseguia emprego para sustentar a família; que precisou de ajuda para conseguir o emprego onde está [na verdade, por onde ficou até 2003]. Os filhos do motorista é que precisaram parar de estudar 'por causa da segurança' dos outros alunos.

Já Collor... esse está em BSB sendo paparicado do mesmo jeito. No poder como sempre esteve.

Da mesma forma estão os anões do Orçamento. A maioria no governo. O delator, o economista José Carlos dos Santos teve até a pensão cassada. Foi o único que ficou preso - acho que foi por estar envolvido na morte da esposa, mas não sei ao certo - e até hoje tem medo e diz estar vivo, pois mantém na posse de amigos dossiês que serão divulgados caso venha a morrer. [informação de sites de notícias]

A Fernanda Karina vive sob proteção policial. O Francenildo - caseirogate, se viu sem emprego e sem moral. Teve a vida remexida e ainda luta na justiça para receber a indenização contra a CEF e Palocci. Ele até hoje não conseguiu um emprego fixo. E, com o apoio do advogado, voltou a estudar há cerca de 2 anos. Os 'amigos' da época do escândalo desapareceram. Junto com as promessas de ajuda.

Pergunto: até onde vale a pena delatar esquemas de corrupção no país???

terça-feira, 24 de março de 2009

'cause I keep waiting (...)

Na voz de John Legend esperar pode até parecer legal. Isso é porque você está ouvindo o Legend. não se engane.

Hoje passei pela deliciosa experiencia de 5 horas de espera. Foram duas revistas e alguns textos devorados. Não na passada de olhos, mas com direito a pontuações nas beradas de página.

também organizei o celular, resolvi algumas pendências que protelava, pensei e observei a vida alheia.

Tudo isso porque resolvi cumprir o combinado e fazer no horário certo o que com certeza poderia ter protelado, afinal, depois de 5 horas saí de lá com a semana ainda mais complicada, um dia a menos na agenda e a certeza de que não adentrarei um hemocentro pelos próximos 12 meses. Se os receptores de bolsas plaquetas e hemoglobinas tiverem sorte!!!

O que fiz hoje:

cheguei para um rápido compromisso. Coisa que demoraria no máximo, caso o outro lado atrasasse por falta de pessoal, cerca de 60 minutos. Foram 120 até conseguir ablar con la persona. E de lá resolvemos [eu consenti, afinal já havia passado mais de 150'!] que deveríamos resolver todas as pendências de uma vêz.

Foi o dia de apresenta, diz nome senta na cadeirinha e espera. Após experiencias nem tão agradáveis lá ia eu para a próxima etapa do chega/apresenta-se/espera/resolvi/espera e vai até a próxima. Como consegui, mesmo fazendo tudo, terminar antes do que supunham que terminaria. Fui forçada a parar. E esperei inclusive para meu lanche ficar pronto. Enquanto isso lá ia mais um pedaço da apostila do dia seguinte e conversas mentais para reduzir o stress das coisas que precisava fazer, mas estava muito longe para fazê-las.

No fim, após uma espera que pareceu uma eternidade. E deve ter sido por isso que foi a última, a resposta: por hoje é só. Continuamos amanhã.

Como assim!!!! Mais um dia perdido? Na verdade dois. Sexta também estou de volta ao universo da espera.

lá vou eu... vivendo enquanto espero.

 

PS: tanta espera me fez deixar os outros esperando; o que me levou a escrever este texto enquanto esperava pelo que me aguardou e assim segue o ciclo. Tem gente me esperando em outro local. maldição...

Sad_Man

domingo, 15 de março de 2009

trident, bolete, ping-pong

ouvi essa teoria hoje/ontem na rádio. Não sei até o momento o que é pior: a letra, a voz ou a melodia, mas uma coisa percebi enquanto ouvia aquela mistura de sons: um trident sempre vai bem. E que me perdoe os que não concordam, mas esse espaço é meu…

Uma pesquisa dilvulgada em fevereiro 09 por uma empresa inglesa mostrou que a longo prazo sai mais em conta investir em um antigo relacionamento do que em um novo. Como sou a favor da reciclagem e da pesquisa, cheguei a conclusão que ter chicletes é a melhor forma de pesquisar até encontrar a marca que melhor valha a pena ser reciclada. E no mais: ninguém nunca disse que precisamos reciclar o nosso lixo. Normalmente fazemos isso com o que era de alguém mesmo!

quinta-feira, 12 de março de 2009

EU - VERSÃO AUTOSSUSTENTÁVEL

1. Respirar mais profundamente – devo vencer o concurso de respiração mais curta

2. Dar folga para o estômago – cadê minha fluoxetina???

3. Fazer periodicamente uma auto-avaliação – ok E depois?

4. Mastigar bem os alimentos – prometo que vou aderir aos líquidos e pastosos

5. Evitar remédios – e o q faço com o 2?

6. Comer menos carnes – já apoiado 

7. Evitar automóvel – não vai dar

8. Andar de bicicleta – alguém me dá uma bicicleta????

9. Fazer caminhadas – espero viajar para Compostela

10. Ao dirigir, evite altas velocidades - andando mais devagar, você economiza dinheiro e polui menos. – ando pouco de carro

11. Trocar o café pelos chás naturais – desde o berço

12. Adotar uma árvore (ou mais de uma) – adotei uns animais

13. Deixar o cigarro completamente – always

14. Preferir alimentos com fibra – always

15. Beber menos leite, comer menos ovos – always

16. Economize e recicle papéis - always

17. Verduras sem veneno - $$$$$

18. Procurar os recicláveis - :)

19. Praticar meditação – “por uma vida mais saudávelllll ummmm”

20. Olhar o rótulo dos alimentos comprados – always

21. Usar garrafas de vidro - ops

22. Evite todos os enlatados – E o leite condensado???

23. Evitar o isopor - adorei

24. Evite margarina - always

25. Evitar o forno de microondas - never

26. Economizar água – ok, mas de beber never…

27. Evite os refrigerantes – to tentando. anda difícil…

28. Evitar bebidas alcoólicas – eu faço de tudo… mas no meio do caminho tem um bar. Tem vários bares pelo caminho…

29. Desligar a televisão – antes de dormir então…

30. Não usar panelas de alumínio – vamu acabar com o alumínio!!!

31. Preferir sabonetes naturais – e esponjas também

32. Recusar produtos descartáveis – ouviram estilistas… roupa deve ser durável

33. Colocar as mãos na terra – não entendi essa… Tão me chamano de atoa???

34. Abandonar os alimentos refinados – adeus um monte de coisa q num como :) bom retorno bom e velho bife com batata-frita e 1 folha de alface :)

35. Não exagerar com o computador - tanto não exagero que ele fica desligado enquanto durmo…

36. Compre o necessário – o necessário pra quem???

37. Evitar o uso de plásticos - dispense embalagens desnecessárias. sacolas de supermercado também!!!

38. Participar de um Movimento Ecológico – só 1

39. Fazer passeios pela natureza - Ninguém pode amar ou defender o que não conhece. alguém pode me doar milhagem???

40. Conscientizar filhos, sobrinhos ou irmãos menores. e também os filhos dos amigos, do vizinho, do desconhecido e até os pais

muito muito muito loko

muito loko

quinta-feira, 5 de março de 2009

o barco não vai afundar

ultimamente essa frase tem ficado muito em minha mente e pra isso não acontecer, começei a deixar o blog afundar.

A correria anda a mil. parar para almoçar é algo que faço nos fins de semana e tem um sabor todo diferente agora que não é algo normal. Um salgado entre um trabalho e outro tem sido meu máximo.

Os trabalhos andam ótimos. Tenho praticamente 3 e a minha família é o segundo mais trabalhoso e também prazeroso de estar. rs…

N aonda de não deixaro barco afundar, também resolvi que eu preciso estar inteira. Então o stress anda geral pr’eu aprender a gastar meu tempo comigo. A não stressar com o problema dos outros que só os meus já causam gastrite suficiente para meu bolso.

 

to com sono. vou dormir e continuo a saga depois…

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

não pulei carnaval, mas ele deu uma pulada fenomenal em minha vida

volto a escrever em poucos dias… só preciso colocar as coisas em dia – só um pouquinho [rs] – pra contar tudo o que anda rolando.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

taxista oportunista

agora estou muito cansada, mas postarei os dados de um taxista muito oportunista que cobrou retorno de nova lima para NL. amanhã….

Benjamin Button

filme incrivelmente fantástico com o maior número das mais célebres frases de auto-ajuda que já vi em um filme. E ainda continuo acreditando que a vida deveria ser daquele jeito. Para quando a juventude chegar vir com ela também a sabedoria que só existe na base da pancadaria

sábado, 14 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

o corpo não fala, mas demonstra que é mara

Se homem é um produto do seu meio, isso significa que ele é moldável e se ajusta a qualquer condição. É só ter perseverança. Certo? Eu acredito que sim.

O problema é a adaptação… eita período difícil. Hoje, em pleno horário de almoço, voltei em 2005. Sensação de dor no peito, um perto; falta de ar, tremedeira… lá volto eu aos sintomas de crise do pânico provocado por stress.

O sono, após tomar o ansiolítico é enorme. gigantesco. aff…

DÁ PRA ADAPTAR LOGO PORQUE NÃO QUERIA TE DIZER, MAS EM DUAS SEMANAS A COISA SÓ VAI PIORAR…

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

julgar

odeios pessoas que fazem isso. Ainda mais quando o teto da casa delas também é de vidro…

sábado, 7 de fevereiro de 2009

life suck’s

Beninni disse que a vida é bela. Mas por mais que gostaria que isso fosse verdade sou mais Nietzchiana/Freudiana. E porque nos enganamos tanto???

Ontem estive em um funeral. Cheguei à uma conclusão: eu não quero um funeral. É um momento de espera e dor que cada um deveria passar da sua forma e não do modo como a sociedade nos dita.

Eu vivo minha dor na solidão. Meus momentos com essência muito humana prefiro a distância. Prefiro resolê-los sozinha, em meu canto. Já tem os que preferem companhia. Então por que aceitar as convenções sociais???

Ando de saco cheio delas e de suas imposições. Quero viajar no carnaval. Quero ser eu o tempo todo sem me preocupar com quem está ao meu lado. VIver pela minha ética, meus princípios é errado só porque eu não quero seguir a corrente?

Meu eu é tão difícil para os outros????

E depois perguntam porque amo tanto o Carnaval. Nesses dias de baderna, esbórnia, loucuras, e tudo o que você pode achar errado, eu vejo as pessoas como elas realmente são. Sem medo de julgamento. É a festa da liberdade. E o estranho é que nos lugares já lembrados anualmente para essas celebrações a violência não aumenta. Diamantina, por exemplo, de quinta à terça [meia-noite] a cidade vê o número de moradores praticamente dobrarem e o nível de violência segundo a cidade se mantém.

Este é mais um ano de mudança em minh vida, de cumprir metas que estipulei há um tempo na tentativa de construir um plano a longo prazo. Mas sei lá. Acho que tá na hora é de chutar o balde.

cansei…

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

José Alencar

impressionante como uma pessoa tão distante e inexpressiva em minha vida pessoal pode transformar e agitar toda a minha rotina.

aff… esse negócio de ninguém da família querer falar sobre o assunto

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

primeiro dia de trabalho

interessante o frio na barriga que o primeiro dia em um novo emprego causa na gente. Até começar mesmo a trabalhar eu fiquei toda apreensiva.

Produzo personagens da pauta de outras pessoas. E às vezes, o que parece ser a coisa mais fácil não é lembrada nunca. Dica importante: até às 17:00 você conversa com corporações e associações. depois disso é fonte. Mas no final deu tudo certo. Até porque quando cheguei. o meu eu mesmo. Sem nenhuma firula para enfeitar, estava melhor do que no dia da entrevista em que usava um moleton [tudo bem que era da última coleçao e tinha um estilo urban] e uma camiseta larga com a blusa de baixo aparecendo. rs…

nesse dia um amigo, que é meu chefe, chegou pra mim na entrevista e já foi perguntando: isso aqui é uma entrevista de emprego ou você veio pedir algo???? rs…

 

PS: assim que as coisas voltarem ao normal eu volto a atualizar o site

PS2: tem muita coisa acontecendo mas to com preguiça de escrever e preciso acordar em poucas horas

PS3: esse tanto de pssss é só pq to com saudades da potiguá Thais :)

PS4: e do Homba e da galera do pgm e da família

PS5: eu não esqueci dos videos. Minha cabeça tá vervilhando

PS6: essa coisa de Pssss pega que é uma loucura!!!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Homens

o texto abaixo eu recebi por e-mail e é engraçado como todos os que recebemos diariamente, mas resolvi postá-lo

Homens...

*Os homens bons são feios.
*Os homens bonitos não são bons.
*Os homens bonitos e bons são gays..
*Os homens bonitos, bons e heterossexuais estão casados ou tem namoradas.
*Os homens que não são bonitos, mas são bons, não têm dinheiro.
*Os homens que não são bonitos, mas que são bons e com dinheiro, pensam que só estamos atrás de seu dinheiro.
*Os homens bonitos, que não são bons e são heterossexuais, não
acham que somos suficientemente bonitas.
*Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais, bons e têm dinheiro, são covardes.
*Os homens que são bonitos, bons, têm dinheiro e graças a Deus são heterossexuais, são tímidos eNUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!
*Os homens que nunca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa.
AGORA... QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?

MORAL DA HISTÓRIA:
Homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia pro jantar.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Socorro!!! mudei esse texto

você pode se decepcionar com o que estou fazendo que é retirar o post que estava aqui, mas criei este blog e um dos motivos é poder escrever nele o que estou pensando, vivendo. E as vezes as coisas mudam… O que não muda é o compromisso de não alterar o texto. deixá-lo desconexo como é o meu pensamento e com todos os erros de gramática e portugues que acontecerem enquanto ele é escrito.

Não me vangloreio disso, na verdade é algo que vivo tentando mudar, mas algo que faço com constância, sempre fiz, é escrever e liberar para ser lido antes mesmo de reler. por isso, quando criei o blog eu resolvi que ele seria assim, como ele é.

You Fired!

essa frase pode ser dita com facilidade pelo Trump e deve ser por isso que ele é ele e eu sou eu. O como fazer é mais apavorante do porque o fazer. Isso pra mim é tranquilo…

será que é parecido com terminar um relacionamento, afinal é um, mas profissional.

Começo com: não é você, sou eu; ou vou direto para o te acho uma pessoa incrível, mas nesse momento preciso de alguém diferente; isso seria até mais real.

droga… vou ligar e marcar tudo agora.

domingo, 18 de janeiro de 2009

notícias que nos deixam apreensivos

8/01/2009 – 19h42 – Folha de S.P

Teto da igreja Renascer desaba em SP; Bombeiros confirmam 1 morto e 35 feridos

ver uma notícia assim sempre me deixa apreensiva. Tudo bem que é janeiro e tem muita gente viajando, mas é culto de domingo e é a sede da igreja em SP. Quem estava ali? Quem ainda está? devo ligar para alguém e perguntar?

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Passeio em Dunas vira lixo

As Dunas de Natal podem não ser tão famosas quanto às de Maranhão. Mas são tão belas quanto. Ou pelo menos eram alguns anos atrás.

Hoje a região está assim:

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Motivos:

  • falta de educação dos turistas que jogam tudo o que levam ou compram durante o passeio que dura um dia todo para fora do bugre ao invés de guardá-los em um saco plástico.
  • Durante o período de férias o número de visitantes aumenta cerca de 400%. A região tem estrutura pra isso, mas não quando falta apoio da prefeitura.
  • Conversando com moradores e profissionais liberais que vivem do turismo das dunas eles contaram que a situação está como é possível ver nas fotos porque desde novembro algumas prefeituras das cidades que ficam próximas de Natal não estão pagando os funcionários e o lixo não tem sido recolhido. Às margens das ruas ou em lotes abandonados, os sacos vão rasgando e o que tem nele se espalhando. O problema é que o estrago feito provavelmente não vai ser recuperado e a natureza é quem sofre mais uma vez. Em 2008, a região problematizou muito o fato de coorporações quererem comprar partes da região para a construção de Resorts e afins. A população sairia prejudicada, mas ela tem ajudado a acabar com o local e as autoridades também não conseguem fazer o trabalho como deveria. Terceirizar é assim tão ruim se quem deveria não consegue dar conta do recado?

 

o que rolou durante o passeio…

ele fez um mortal e eu resolvi gravar: meia hora depois eu gravei isso. Ele já tava todo ralado e machucado de tanto dar mortal enquanto a galera batia uma série de fotos

De volta ao lar

Voltar pra casa não é algo fácil. Tomar decisões tampouco. Até porque nas férias você deixa tudo de lado e só quer se divertir, relaxar, ler um bom livro, jogar horas de conversa fora com os amigos, não ter horários…

Agora a realidade bate à porta. Tudo o que ficou para ser resolvido em 2008 reaparece e não tem como ser adiado, pois o tempo se esgotou.

Só o que deveria se esgotar é que não acaba como o BBB-x, ou o fato de avião no Brasil mais parecer passeio para conhecer o Brasil por cima. Entrar dentro do avião e o comandante anunciar que sai de Natal-RN sentido Vitória passando por X cidades com parada em Brasília e Belo Horizonte. No fim das contas um vôo rápido ganha o mesmo tempo de SP/Miami.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

New kind of a bar

Abriu no fim de 2008 um novo bar em NY – na verdade devem ter abertos vários, mas este tem uma particularidade que merece destaque: ao entrar algo que vive com vc deve ficar de fora. E são as roupas… um Naked Bar. mto louco!!!!

A garçonete entrevistada pela FoxNews disse que as gorjetas não reduziram por conta disso. rs…

férias: sinal de engorda

conclusão do primeiro dia de férias: irei engordar

é impressionante como comemos quando não temos nada para fazer. Uma forma de substituir o tempo que passamos trabalhando fazendo algo que todos gostam. O problema: eu como por ansiedade, como tomo ansiolíotico, como por necessidade e logo são 19:30 eu estou com o estômago pronto para estourar e ainda iremos sair para jantar. Algo impresionante se você pensar que eu, inclusive, pulei o café e lanche da manhã já que fui acordada às 13:00 para almoçar. Antes do almoço uma entrada com tantos tiragostos que não consegui comer mais do que uma ostra e rejeitei uma casquinha de Siri. E quando vi: estava um prato de camarão ao molho branco e talharini na minha frente. Comi. Até porque se não comesse todos começariam a prestar artenção no que não comia. Ao chegar em casa já avisaram que em 1hora iríamos para a praia e em seguida comer açaí. Optei por 300ml de fruta gelada batida com abacaxi acompanhada de 50g de coco ralado, de leite em pó e de granola. Resultado: empanturrada. Acho que deveria beber um copo com água, mas acredito que se manteria no exôfago e a sensação não seria lá muito boa.

Ao escrever esse texto cheguei à conclusão de que ao contrário de lutarem para descansar, o que vai contra a cultura em que vivemos, as pessoas optam por comerem o que somaria 6-8 horas em um dia e trocam o trabalho abtual pelo de comer e criticam os que como eu, usam bolinhas que diminuem a ansiedade e acabam por facilitar a mudança no estilo.

embarquei para Paris, cheguei em Natal

eiffel-tower natal-rn existem coisas que só acontecem quando eu estou junta. Não é que no primeiro dia do ano eu, a caminho de RN não embarco para Paris!

Passei pela Receita e pela Alfândega para retornar ao território nacional do qual eu não sai… E a coisa mais estranha é que eu parecia uma estrangeira dentro de meu próprio país. Os estrangeiros enfrentam menos fila e são bem mais tratados do que nozes.

O mais doido é que quando passei pela Alfândega e mostrei minha passagem eu senti a mesma sensação de estar chegando do exterior com a bagagem cheia de stuffs e sair pela porta com o papel de nada a declarar aceito pelo cara da portaria.

Parte triste em tudo isso: o DuttyFree com 30% de desconto e eu sem poder comprar nada q mesmo estando em território internacional e tendo que enfrentar toda a burocracia para entrar de volta eu não tinha autorização para comprar nada ali…

Saí de casa às 17:45 e cheguei 2:30 em Natal – leve em consideração que aqui não tem horário de verão. Em Guarulhos os ônibus que nos levam da pista à àrea de desembarque estavão tão cheios que achei que alguém pediria para parar próximo à estação Tietê. rs….

Na hora de embarcar para Natal, eram tantos aviões próximos que você poderia trocar de aeronave e ninguém perceberia… Pena que o voo que pegamos para Paris havia saído duas horas antes. Senão agora eu estaria congelando em frente a Torre Eiffel. rs…

sábado, 27 de dezembro de 2008

os pequenos de uns são grandes de outros

Interessante como o problema alheio pode deixar os nossos menores, mais insignificantes. Eu não concordo muito com isso. Sempre que vejo uma história triste minhas persepções de prioridade se tornam menores e não comprar aquela roupa ou aquela sandália deixa de ser um problema. Mas o que incomoda continua incomodando.

Quando vejo a possibilidade de fazer meu trabalho e poder ajudar os outros ao mesmo tempo… não tem sensação melhor.

Hoje vi o Caldeirão do Huck. Um programa especial fim de ano em que ele ajudou uma família que tem 51 filhos no interior de Alagoas. Isso é o que gosto de fazer. Poder contar aos outros histórias de herois que estão vivos e fazendo o que podem. Como eu vou fazer isso? bem… Agora chegou o momento d’eu descobrir.

Como unir o que sei fazer com o que quero fazer e conseguir sobreviver disso? Adoraria se vc tivesse a resposta para isso, por favor me envie…

domingo, 21 de dezembro de 2008

Balanço de 2008

Qual roupa você vai usar em 2009? Qual a simpatia deste ano? Já encontrou o after party do natal certo? E a pessoa para o beijo da virada de ano? E o vinho? o espumante? Será o mesmo do ano anterior ou você apostará em algo novo? terá destilado? E os alimentos da ceia? A entrada… os convidados… os presentes… as lembrancinhas… A semana de folga e para isso as milhões de horas extras que precisa fazer para descansar um pouco. Isso sem contar que para descansar uma semana é necessário trabalhar pelo menos duas com jornada dobrada antes e pelo menos uma depois.

São tantas coisas que não conseguimos às vezes parar para conversar com os amigos ou pensar em como foi o seu ano. As coisas que deveriam ser importantes na vida, afinal, são delas que você se lembrará quando o presente for apenas uma lembrança de sua história; E os amigos seus únicos companheiros [incluso aqui a família]. Afinal, tem um livro que diz: “existem amigos que são mais próximos que irmãos”. rsrsrsrs…

Há cerca de um mês uma amiga me enviou um e-mail. Acho até que já falei sobre isso aqui. Mas é que depois disso, começei a ligar informações, e a pensar cada vez mais no assunto.

Olhando por um pensamento capitalista meu ano não poderia ser pior: fui demitida. ganho um salário ridículo para trabalhar o triplo para o qual fui contratada. Três pessoas em quem confiava traíram minha confiança e por isso aprendi que fazer meu trabalho para ajudar o outro é a melhor forma de morrer cedo e se tornar o bombril não valorizado.

Olhando pra mim, 2008 foi um ano que terminou bem. Vi que tudo o que tenho [o que significa nada] consegui por mim e não pelos outros. Coisa que até 2007 não era possível. Voltei ao peso que queria. Tive oportunidades de aprender coisas maravilhosas – aquele tipo de coisa que aparece em sua vida apenas uma vez, para mimapareceram 4 vezes. Também aprendi a viver com menos do que ganho. Reaprendi a olhar a cidade e entender porque amo tanto a vida urbana.

Atravessar o centro de BH durante a noite à pé é uma experiência que sempre que se repete você percebe algo novo. nunca é a mesma coisa e isso é interessante.

Também voltei a conviver mais com a diversidade brasileira e isso é algo magnífico. O aprendizado, a chance de ver pessoas que tem feito a diferença e ajudado a mudar o local em que vivem. A chance de poder mostrar isso às pessoas e assim incentivar outras a fazer o mesmo é fantástico.

Acredito também que cresci mais como ser humano e vejo que tenho tentado agir mais dentro do que acredito ser o certo independente do que os outros pensem.

Esse foi um ponto muito importante para mim este ano. Deixar meu eu aparecer independente de onde ou com quem eu estou ‘set me free’. Fiquei mais leve. não que eu vá explicar o que isso signifique ou parar para falar sobre o assunto. Compreendi que se tenho uma visão tão diferente de algumas coisas é porque eu sou assim: maluca, doida demais ou muito careta. Os pontos de vista variam. E quem disse que eu esperava que eles fossem iguais? Assim como o que você achou do meu saldo. Para mim foi o melhor dos últimos anos e há tempos eu não me sentia mais leve como agora. Claro que ainda existe muito o que trabalhar e muito o que descobrir e mudar para que eu consiga atingir a meta para uma boa qualidade de vida segundo a  WHO:

- alimentação saudável

- família / amigos

- atividade física

- vida sexual resolvida

Não espero conseguir tudo isso em 2009, ou em 2010. Mas sei, ou melhor, acho, que tenho tempo para pelo menos descobrir o que quero ser. Ou como realizar meus sonhos e continuar trabalhando com o que amo. Melhor do que isso: como unir os dois.

 

O Último Sortilégio - Fernando Pessoa

"Já repeti o antigo encantamento,
E a grande Deusa aos olhos se negou.
Já repeti, nas pausas do amplo vento,
As orações cuja alma é um ser fecundo.
Nada me o abismo deu ou o céu mostrou.
Só o vento volta onde estou toda e só,
E tudo dorme no confuso mundo.
"Outrora meu condão fadava, as sarças
E a minha evocação do solo erguia
Presenças concentradas das que esparsas
Dormem nas formas naturais das coisas.
Outrora a minha voz acontecia.
Fadas e elfos, se eu chamasse, via.
E as folhas da floresta eram lustrosas.
"Minha varinha, com que da vontade
Falava às existências essenciais,
Já não conhece a minha realidade.
Já, se o círculo traço, não há nada.
Murmura o vento alheio extintos ais,
E ao luar que sobe além dos matagais
Não sou mais do que os bosques ou a estrada.
"Já me falece o dom com que me amavam.
Já me não torno a forma e o fim da vida
A quantos que, buscando-os, me buscavam.
Já, praia, o mar dos braços não me inunda.
Nem já me vejo ao sol saudado ergUida,
Ou, em êxtase mágico perdida,
Ao luar, à boca da caverna funda.
"Já as sacras potências infernais,
Que, dormentes sem deuses nem destino,
À substância das coisas são iguais,
Não ouvem minha voz ou os nomes seus.
A música partiu-se do meu hino.
Já meu furor astral não é divino
Nem meu corpo pensado é já um deus.
"E as longínquas deidades do atro poço,
Que tantas vezes, pálida, evoquei
Com a raiva de amar em alvoroço,
lnevocadas hoje ante mim estão.
Como, sem que as amasse, eu as chamei,
Agora, que não amo, as tenho, e sei
Que meu vendido ser consumirão.
"Tu, porém, Sol, cujo ouro me foi presa,
Tu, Lua, cuja prata converti,
Se já não podeis dar-me essa beleza
Que tantas vezes tive por querer,
Ao menos meu ser findo dividi
Meu ser essencial se perca em si,
Só meu corpo sem mim fique alma e ser!
"Converta-me a minha última magia
Numa estátua de mim em corpo vivo!
Morra quem sou, mas quem me fiz e havia,
Anônima presença que se beija,
Carne do meu abstrato amor cativo,
Seja a morte de mim em que revivo;
E tal qual fui, não sendo nada, eu seja!"

O Releituras, com essa poesia, junta-se àqueles que comemoram a passagem dos 120 anos do nascimento do autor (1888-2008).

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Feliz Ano Novo
Glückliches Neues Jahr
Nytar
Feliz Año Nuevo
Felicigan Novan Jaron
Heureuse Nouvelle Année
Feliz Aninovo
Shaná Tová
Happy New Year
Felice Nuovo Anno
Akemashite Omedetou Gozaimasu

Atitude

A partir de 19/12 no Atitude tira o site do ar para uma reformulação e nasce o blog da Dani, o blog da Redação e uma área só para você assistir aos programas antigos.

acesse: www.programaatitude.com.br

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

take a risk, take a chance... make your life happens...

Há algum tempo tenho acompanhado a história de uma pessoa que optou por não morrer.
cerca de 10 anos atrás ela começou hemodiálise à espera de um rim. O dodor não apareceu. E já há dois anos os médicos avisaram que nem um doador ajudaria. Ela iria partir em breve. De lá para cá internações sao constantes. Já foram duas cirurgias cardíacas. Uma infecção hospitalar generalizada e várias contas de telefone altíssímas já que toda vez que eka chega ao hospital os médicos não dão 24 horas de vida. E uma semana depois lá está ela. Sem os cuidados necessários, tendo que fazer as coisas dentro de casa, preocupada com os filhos e o marido.
Nos últimos 4 dias foram 5 paradas cardíacas. Na terceira a equipe médica demorou 15 minutos para conseguir trazê-la de volta.
Hoje, novos problemas: o hospitaa em que ela está não tem máqiona para fazer hemodiálise e ela está no CTI. Outro obstáculo que com certeza ela vencerá.
Afinal, são poucas as pessoas que dizem que viram uma luz mas preferiram não ir até ela. Que disse que quando vê a morte avisa que ela pode virar e ir embora porquêainda há muito o que fazer.
Exstem pessoas, e eu não posso me excluir, que quando chegam os problemas, as dificuldades em aceitar mudanças que pensam em tirar a própria vida.
Um dia, entrevistando uma pessoa que vai a presídios há 15 anos que disse que detro das penitenciárias é possível ver muito mais o amor das pessoas por Deus do que dentro da igreja.

É a questão de satisfação que nunca se preenche. Faz parte do ser humano. É assim e pronto! rs...
E pela perseverança. Por se manter em pé quando todos consideram impossível. Por ver a vida nos pequenos detalhes do dia-a-dia e não em quanto tem na conta bancária. Em ter filhos aduktos e bem situados na vida. A ter um companheiro de longos anos. E sempre, mesmo dentro de um CTI ou sem forças para sair da cama ela continua brincadeira Á mulher que vence a morte há anosm

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Amo natal mas resolvi entrar em greve

Esta postagem merece um video ou algo assim e por isso, quando terminar de escrevê-la colocarei algo do tipo.
Este ano resolvi virar o Grinch e ser contra o Natal. Dingolbel ainda é mto legal. E as musiquinhas cantadas pela turma da Disney continuam sendo o máximo. Mas ficar o dobro no tempo pq tá todo mundo na rua comprando presente não dá! 
ESTAMOS EM CRISE!!!!!
Hoje, saí 40min antes do horário que sairia para estar em um lugar se não fosse o fato de eu ter ficado quase o dobro do tempo encima de um viaduto que me levava ao centro da cidade. Quase tive um treco. Aí desci e andei dois quarteirões em meio à milhares de pessoas, que não sei como, cabiam na pça 7 para pegar outro ônibus. Final da história: 5 min de atraso e um taxi para apressar a chegada.1
Por isso greve! acabem com o consumismo. Já que não estão comprando saiam das ruas! fiquem em casa e aproveitem para investirem seus rendimentos em aplicações, f'érias, imóveis... qq coisa que deixe a rua livre, afinal não é todo o mundo que está de férias.

Filme: Ensinando a viver

peguei esse filme na locadora esses dias entre outros 6. Dos 5 primeiros, dois já havia tentado ver, mas de tão ruim, não tinha conseguido e continuo assim. Só que agora estou um pouco mais a frente em um deles. rs...
O sexto que eu vi foi o melhor: uma criança que ensina um adulto a viver. A história não é bem essa que senão seria o maior de todos os clichês. Mas a forma como tudo é construído e como precisamos entender que crianças são seres estranhos ao mundo em que vivemos e que se não forem guiadas se perderão sim. Um filme com uma lição linda. Uma direção muito bacana. Só não é melhor do que o roteiro e a interpretação do menino, que agora não me vem o nome, mas como me disseram 'deveria ter recebido um Oscar'.
Caso tenha duas horinhas livre e esteja afim de um programa que a deixe bem humorada e pensativa pode ir quente. Crianças são permitidas. por mais que não acredite que te farão companhia nessa jornada. rs...

PS: não sabia que Vicky Cristina Barcelona era do Woody A. O q pra mim é algo mto interessante uma vez que durante o filme eu pensei: 'isso é a cara do W.A.'; 'Esse filme é a desculpa de W.A. para mostrar pq casou com a filha'. Aí, tô eu recomendando o filme a uma amiga que me diz: 'eu não gosto de W.A.'. 
Estranho quando cai a ficha de algo que estava na sua frente o tempo todo o vc não percebia. rs...  

num liga, num recebe num envia mensagem. Só manda a conta

A operadora de telefonia Oi resolveu transformar todos os seus clientes em 'ligadores'. 
Essa é a única explicação que encontrei para responder às seguintes questões: pq eu não recebo ligações e só mensagens de 'Oi ligou'? E isso horas depois da ligação? Pq eu ligo para o telefone que está ao meu lado e dá sinal de ocupado se eu vejo que não tem ninguém na linha? Pq minhas mensagens não chegam? Para que possamos retornar a todos que nos ligaram. E quando o 'Oi Ligou' dispara e resolve enviar uma série de mensagens de que o número X ligou e isso nunca aconteceu? Para vc ligar mais e mais e começar 2009 devendo até o salário do próximo dezembro para a empresa. Não acredito em outra explicação. Será que existe alguma? No site da oi não consta nenhuma. reclamações de clientes insatisfeitos estão em todos os lugares. De Oiapoque à Pátio Savassi. Só a Anatel que não se pronuncia sobre a queda da qualidade de atendimento das empresas que tem deixado os clientes cada dia mais de lado.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Vicky Cristina Barcelona

Estava doida pra ver esse filme. primeiro os atores, depois o nome que me chama muita atenção. Aí, se não sobrasse mais nada um dia entrei dentro da sala e vi 15 minutos dele. Amei. Sabia que precisava vê-lo todo. Tem tudo o que gosto: parece blockbuster mas tem cara de filme europeu. Mas no final o que mais gostei foi de como conseguiram passar uma mensagem tão simples de uma forma diferente. Inovadora seria impossível.
E isso me fez pensar nas barcelonas que abandono sempre que vem o frio na barriga. Na Cristina e na Vicky que vivem dentro de mim. Se fosse o bom senso de uma e a vontade de se deixar levar pela vida da outra eu seria o equilibrio em pessoa, mas não. Tenho a procura insaciável pelo que não sei o que é e portanto uma insatisfação constante. Somado a isso entra o medo de me machucar e por isso preferir ater-me ao plano como se Barcelona nunca tivesse existido. Ou fosse um sonho. O problema é até que ponto uma pessoa vive assim? O que acontece quando chega o ponto final? Existe tempo para mudanças? Quando saber se estou embarcando para Barcelona ou Paraguay?

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

mer

taxi na Antonio Carlos é tão raro qto encontrar uma promoção de verdade. Mesmo que seja em bazar ou coisas do tipo. devo ter andado uns 3km até desistir e ir até o aeroporto a pé para pegar um. quase não passa e quando passa nao param. ótimo. uma maga. 

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

não podia deixar essa frase fora

 

IFY terminou com a frase: “filho é o aborrecimento opcional o resto é acidental” Domingos – psicanalista

Nem tudo se aplica em 100% dos casos. Na frase acima então o que mais temos são aborrecimentos opcionais acidentais andando nas ruas. Eu mesmo sou uma mostra disso. Como a maioria dos aniversariantes de novembro. rs...

domingo, 23 de novembro de 2008

já datado


backstage de gravação é assim. Uma correria, salas pequenas de dezenas de pessoas. Quando você vê o trabalho pronto, em sua TV, mesmo sendo da área é difícil mensurar o número de pessoas que trabalharam para ele ficar pronto. Esse dia tinha tudo para ficar complicado. Cerca de 60 crianças de 3 à 18 anos participaram do projeto. Sem contar as não sei quantas mil que lotavam o espaço da gravação e do templo principal. Trabalhar com criança não é algo fácil. Elas tem o tempo delas e isso precisa ser respeitado. Tudo é feito com mais cuidado. E nesse dia, já com o horário de gravação atrasado por problemas técnicos que é sempre normal houve ainda três quedas de energia elétrica. Quando ouvir o "ao vivo" pode ter certeza que nesse projeto tem pessoas comprometidas. Principalmente as crianças que fizeram o que podiam e não podiam para participarem do projeto. Sofia, a garota de blusa rosa estava um stress só por causa dos cachinhos que ela tanto queria mas o cabelo preferiu ser gravado liso. rs...
Se um dia você a encontrar peça para que conte seu testemunho. Ele é lindo e ela conta com tanta emoção, caras e bocas que fica ainda mais lindo. 

sábado, 22 de novembro de 2008

três ao cubo - o primo perfeito

Fiz 27 anos. Repensando tudo o que programei em minha vida, nada passava dos 23 quando me formava. E até hoje não tem nada programado. Algumas coisas é perfeitamente agendável. Outras... nem com um perfeito plano de 5 anos que não dependa de ninguém. O que significa dizer que você é uma ilha em um oceano que não se move. Nem milímetros.
Este ano, pela primeira vez quis comemorar meu aniversário. A primeira vez mesmo. Acho que é o momento. Depois de um tempo angustiada e triste tendo a certeza de que este seria um dos piores anos de minha vida houve uma mudança de 180 graus e os sentimentos mudaram em mim. Aí a sensação de celebrar o momento com meus amigos. Não o fato de ficar mais velha, mas de ter finalizado mais um capítulo de minha história da qual eles fazem parte e por isso os queria presente. O fato de ser uma data impar a deixa melhor ainda pra mim que não curto os números pares. Ser um número primo elevado ao mesmo primo é muito legal. Combinou com a mudança. Também é a metade do sexto ano, o que segundo a religião cristã estaria eu no momento de descanso. Para que no próximo ano a colheita seja fantástica. E no fim das contas posso contar sempre com o ditado que diz: "se tudo der errado viro hippie e passo o dia fumando maconha." rs...

Percausos da vida

Entre os livros que li este ano alguns me chamaram a atenção. "Se eu vivesse minha vida novamente" e "Uma vida inventada" principalmente, pois ambos falam no fim das contas da mesma coisa: como acontecimentos que parecem errados, complicados, dolorosos, contravensores, intensos fazem de nós os protagonistas de nossas vidas. E as vezes as palavras sábias vem de onde menos esperamos. É comum ouvir que a sabedoria vem com a idade, mas as crianças também tem muito o que ensinar afinal elas não medem ou pensam duas vezes antes de dizer nada e foi uma que me disse: "se for pecar, que peque direito". Claro que as contravenções tem consequências diferentes para nós, mas Deus as pesará da mesma forma. Assim, porque tentar viver uma vida sem grandes acontecimentos, pensando sempre na opnião alheia e esquecendo que este é o seu momento de mudar as coisas, de fazer a diferença. E um pode mudar. Em novembro eu conheci Flordelis, uma carioca que adotou 43 crianças, hoje tem ajuda de artistas para conseguir aparecendo na mídia e mantendo seu trabalho por meio de doações. Mas nem sempre foi assim. As primeiras crianças chegaram em sua casa quando ela morava em um barraco com o marido e três filhos. Um tempo depois, com a Chacina da Candelária - +-15 anos atrás - na verdade logo após a chacina a casa que antes tinham 5 e depois passou a ter 10, de repente passou a viver 39. Só crianças eram 37, 14 com menos de um ano de idade. O governo só descobriu a existência de Flor, das crianças e das condições em que viviam 9 meses depois. Para não perder os filhos ela fugiu quando o ministério público ordenou que ela devolvesse as crianças. Passou 4 meses na rua, correndo de uma casa para outra até que conseguiu ajuda. A história de Flor, a força de vontade dela em seguir em frente mesmo enfrentando toda a sociedade e ficando sozinha, sem o apoio dos amigos ou da família é linda e merece reconhecimento. Agora quem merece realmente ser ouvido sã as crianças que são cuidadas por elas. A maioria foi abondonada pela família. Não apenas pai e mãe, mas avós, tios, primos que optaram por não terem "mais um problema em sua vida". Uma das garotas que conversei, de 13 anos, tem 5 irmãos. Dois estão com tios que ela não sabe onde vivem. Outras duas vivem com ela na casa da Flor. Uma tem 3 e a outra quase 2 anos de idade. A mais nova parece ter nascido enquanto a família vivia nas ruas. Mas a garota não consegue se lembrar de tudo com detalhe. Sabe que a casa foi incendiada por traficantes que cobravam uma dívida do pai. A mãe sumiu levada pela polícia, mas não está presa. Mesmo demostrando estar feliz e integrada na casa ela ainda chora e clama para que a mãe apareça para dizer apenas que está bem. E eu prefiro nem contar as experiências que essa garota viveu enquanto estava nas ruas.
Outra, 9 anos, vive com uma irmã de 12 na casa de Flor, foi parar lá há 1 ano. Um ano depois que a mãe morreu. O pai chegou a conclusão que não teria condições de criar as filhas. A avó encontrou então a casa da Flor e as deixou lá. No início o pai aparecia há cada 15 dias e levava as garotas para passear. Há 6 meses ele deixou de ir. Os soluços quando ela começa a contar a história é de partir o coração. A necessidade de carinho e atenção dessas crianças é enorme. Quando saio de matérias assim vejo como minha vida foi fácil. Quando leio sobre a vida de Maitê Proença percebo como precisamos atravessar as adversidades, aprender com elas e seguir em frente tentando ajudar ao máximo quem está vivendo aquela situação. Afinal, essas experiências são terríveis de serem vividas. Por crianças que deveriam sonhar em serem superhomens ou modelos sonharem com comida, carinho, e em não serem abusadas chega a um nível de perversão humana que fingimos não existir. Deve ser uma das formas egoístas - que Nietzsche tanto gosta de falar em seus livros como "Ecce Hommo" - de sonhar que vivemos em nossos perfeitos universos e que não ter o último modelo daquele produto é o nosso maior problema.
Ver o outra lado da realidade não é fácil. Conviver com ela também não, mas é o melhor que pode nos acontecer. Pelo menos pra mim, toda vez que saio para fazer um trabalho e converso com pessoas que vivem com tão menos do que nós e curtem mais a vida, os pequenos detalhes, porque no final das contas são as coisas do dia-a-dia que fazem a diferença. Uma amiga minha escreveu um texto um dia desses falando de como as pessoas não olham o lado emocional quando param para fazer o balanco anual. Enquanto lia o texto fui pensando em meu ano. Minha conclusão é que este foi um excelente ano para mim como pessoa. Cresci muito. Eu falar assim parece presunção até porque fui despedida, não tenho perspectivas de futuro, mas acho que estou mais calma, mais positivista. Claro. continuo acreditando cada dia menos na sociedade, mas tenho visto que eu posso fazer a diferença, que preciso vencer meus mamutes e estou me sentindo cada dia mais forte para poder enfrentá-los.
Quando vier um problema não trave. Pare e pense em como passar por ele e como ele te ajudará no futuro. Aos 12 anos fiz curso de modelo e manequim porque minha mãe queria e hoje as noções que adquiri 15 anos atrás ajudam em meu trabalho. Um ano depois fiz um curso de tapete arraiolo e de artesanato envolvendo culinária. E no meu primeiro estágio esses conhecimentos me ajudaram a facilitar meu trabalho e a quem o acompanhava entendiam melhor o que tentávamos ensinar. Porque em 5 minutos ninguém aprende a fazer um sabonete. rs...

domingo, 9 de novembro de 2008

o combinado não sai caro

você já parou e pensou no que rola quando você resolve aceitar algo que se convence de que vai ser legal, mas sabe que está entrando em uma fria??? Digo: por mais que pareça proveitoso, uma hora ou outra a coisa muda e aí a realidade que você tanto evitava vem à tona. Também pode ser TPM. vá saber.
Pode ser a pressão da família, a minha, a idade que está chegando, não sei o que é. Na verdade até sei mas não tô afim de dizer.
O que incomoda é a realidade. Chega um ponto em nossa vida que se torna impossível fugir dela e temos que enfrentar os problemas de frente.
Eu cheguei nesse momento. Até fui bem sucedida. Por anos consegui fugir deles, me esconder atrás do que faço bem e deixar os traumas ali para um dia serem tratados. Mas aí... vem a vida e bagunça tudo que não estava dando tão certo, mas que ia indo igual casamento por conveniência. É difícil, mas dá pra fazer. rs...
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terminei de ler um livro meio biografia que é  fantástico. Lendo ele me identifiquei com uma série de questões que me levaram a pensar no passado. Na morte do meu pai, em como lidei com a situação, em como as crianças enfrentam a morte e a questão de se entregar à vida.
Eu tenho muito cuidado com as decepções e por isso não me entrego a nenhum tipo de emoção. Me abrir, só com quem confio. No mais brinco, zouo e desvio o assunto antes dele chegar em mim. Fiquei até muito boa nisso. O que acaba fazendo que cada um pense uma coisa de mim. Acho que justamente porque são poucos que realmente me conhecem e sabem quem eu sou.

lendo o livro tive muita inveja da autora em como ela se entregou à vida. Às experiências sexuais e espirituais que tanto deixo de lado. fazê o quê? É a maldita criação cristã de represssão que nossa sociedade cuida dos filhos. Posso dizer que se existe a outra metade da laranja, a minha é Maitê Proença. rs...